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TV JORNAL

terça-feira, 19 de julho de 2016

#OViral - Um Fenômeno chamado JUNINA EXPLOSÃO NORDESTINA!

ELES ESTÃO VENCENDO TODAS

Redação: Tv Jornal Cambucá Informa
19/07/2016 às 10:00



A Junina Explosão Nordestina da cidade de Frei Miguelinho em seu 3° ano de atividade com Quadrilha Estilizada vem conquistando a todos por onde passa. Com seu espetáculo que tem como tema: Meu Esporte é VAQUEJADA, a junina tem agradado ao publico de maneira geral. Pois vem retratando em seu contexto uma paixão nordestina. Considerada em nossa região como patrimônio cultural, nossa junina tem como intuito mostrar um pouco da história e cultura da vaquejada desde as suas raízes até os dias atuais tentando explora-las através da dança, música, teatro e poesia, trazendo em seu contexto suas tradições apresentados e representados por artistas de nossa terra.


Eles estiveram presentes em 4 concursos em: Agrestina, Passira, Sanharó e Diogo de Casinhas; sendo que eles conseguiram trazer para casa 3 troféus. Passira 3° lugar; Sanharó 3° lugar e Diogo 1° Lugar. 


A coreografa e responsável pelo grupo Elivania Helena disse: "Concorremos com as mais diversas quadrilhas, algumas com espetáculos belíssimos e perfeitos, outras tantas com anos de experiência e nos sentimos muito honrados em poder levar o nome da nossa cidade de Frei Miguelinho a tantas cidades do nosso estado e ainda mais por sermos tão pequenos, tão novos e ainda com tão pouca experiência. Porém fomos lá mostramos a nossa garra, força e determinação e conquistamos dentre os quatro concursos que participamos três troféus. Isso para nós da família Explosão Nordestina é motivo de muito orgulho e  gratidão a Deus que nos permitiu chegar tão longe".


Eles também estiveram presentes também pelo terceiro ano consecutivo no Festival de Quadrilhas do Sesc Ler de Surubim, além de termos sido convidados para fazer uma gravação sobre o ciclo junino pela TV Jornal do Recife, gravação esta que foi realizada no Pólo das Quadrilhas da cidade de Caruaru.

















quarta-feira, 13 de julho de 2016

#Botija? - Milionário esconde tesouro e deixa pistas em poema

Milionário esconde tesouro e deixa pistas em poema


Ouro, esmeraldas, safiras, diamantes e jade chinês são algumas das preciosidades que o milionário Forrest Fenn diz ter colocado num tesouro que escondeu nas montanhas de Santa Fé no Novo México (EUA). Para encontrá-las, basta seguir as pistas deixadas num poema escrito por Fenn.
 
Com 24 versos, o poema foi publicado num livro de memórias de Fenn, com o título "Thrill of the chase" ('Emoção da perseguição' em português), e que já foi replicado vezes sem conta na Internet.
 
Embora algumas pessoas acusem Fenn de inventar o tesouro para aumentar as vendas do seu livro, o norte-americano desmente categoricamente essas acusações.
 
“O meu objetivo foi fazer com que as pessoas se levantem do sofá,” escreve Fenn na secção de comentários de um blogue criado para recolher informação sobre o tesouro.
 
O comerciante de arte estima que nos últimos cinco anos 65 mil pessoas já tenham ido a Santa Fé à procura do tesouro, mas até agora nenhum sortudo deu com a forturna. “Estou muito satisfeito com a forma como o livro foi aceite. Muitos já o leram várias vezes em busca de pistas adicionais para os ajudarem na busca”, conta Fenn no mesmo blogue.
 
Uma aventura emocionante, a verdade é que esta aventura já gerou acidentes. Entre lesões e pessoas desaparecidas por algumas horas, o episódio mais dramático prende-se com o desaparecimento de Randy Bilyeu, em Janeiro deste ano, um americano que estaria em busca do tesouro.

O americano de 54 anos ainda não foi encontrado e sabe-se que alugou um barco insuflável para explorar o Rio Grande, no meio das florestas de Santa Fé. Calcula-se que tenha afogado. A história é reportada na revista People.


Apesar do acidente, Forrest continua motivar futuros aventureiros. “Aplaudo os que se mantém na busca e desfrutam o que a natureza tem para oferecer. O lugar onde deixei o tesouro não é perigoso. Aos 85 anos conseguiria voltar para o recuperar,” garantiu à Associated Press.
 
A seu ver, “qualquer lugar pode ser perigoso se as pessoas violam as regras do senso comum.”
 
Fenn tem ajudado pessoalmente nas buscas do homem desaparecido. De acordo com a AP o milionário usa aviões e helicópteros para sobrevoar as zonas mais remotas de Santa fé na busca por Randy.

Aqui fica o poema de Fenn:

As I have gone alone in there
And with my treasures bold,
I can keep my secret where,
And hint of riches new and old.
 
Begin it where warm waters halt
And take it in the canyon down,
Not far, but too far to walk.
Put in below the home of Brown.
 
From there it’s no place for the meek,
The end is ever drawing nigh;
There’ll be no paddle up your creek,
Just heavy loads and water high.
 
If you’ve been wise and found the blaze,
Look quickly down, your quest to cease,
But tarry scant with marvel gaze,
Just take the chest and go in peace.
 
So why is it that I must go
And leave my trove for all to seek?
The answer I already know,
I’ve done it tired, and now I’m weak.
 
So hear me all and listen good,
Your effort will be worth the cold.
If you are brave and in the wood
I give you title to the gold.

#VaiUmaBananinhaAí? - Casca de banana apontada como solução para o acne

Casca de banana apontada como solução para o acne


Há inúmeras soluções caseiras e profissionais para o acne, desde a pasta de dentes aos cremes a preços exorbitantes passando por comprimidos agressivos que desregulam o organismo. Mas a última tendência aponta para solução (aparentemente) eficaz, barata e natural: a casca de banana.
 
Uma pesquisa do Boas Notícias revelou que há cada vez mais testemunhos e recomendações médicas que apontam para o sucesso deste tratamento natural.

A explicação reside nos vários nutrientes e antioxidantes presentes na casca de banana que ajudam a reduzir as inflamações na pele, diminuindo a aparência das marcas vermelhas associadas ao acne.
 
De acordo com os testemunhos disponíveis no website acne.org, este “tratamento incrível” ajuda a reduzir não só o acne ativo, como também reduz a aparência de cicatrizes e hiper-pigmentação, que normalmente requerem tratamentos longos e caros para erradicar.

A maior parte dos utilizadores que usaram esta técnica garantem que viram resultados “após quatro dias” de aplicação da casca, três vezes ao dia.
 
Se desejar experimentar esta técnica, basta seguir estes passos:
  1. Lave o rosto com água fria para limpar o óleo e a sujidade acumulada ao longo do dia.
  2. Corte em pedaços a casca de uma banana madura, preferencialmente amarela com algumas marcas castanhas.  As bananas verdes têm menos nutrientes e como tal são menos eficazes.
  3. Esfregue a parte interna da casca nas zonas em que tem acne, manchas ou cicatrizes. Depois de esfregar por alguns minutos, vai notar que a parte interna da casca muda de branco para castanho. Isto é sujidade e significa que deve trocar este pedaço da casca por um novo e continuar a esfregar durante mais 10 minutos.
  4. Quanto terminar, deixe os resíduos da casca na sua pele durante, no mínimo, trinta minutos, e, no máximo, durante a noite inteira. Quanto mais tempo deixar, melhores os resultados, mas é claro que também deve deixar a sua pele respirar, por isso se usar durante a noite não use muito durante o dia.
  5. Repita o tratamento diariamente até estar contente com os resultados!
Se, por qualquer razão, a sua pele inflamar, recomenda-se que pare imediatamente o tratamento e consulte um dermatologista.

#DesculpaAí? Mãe Faz Filho Pedir Desculpas E Levar Flores Para Colega Após Empurrão

O pequeno Diogo, de 4 anos, levou flores para a coleguinha e pediu desculpas



A mãe Tavane Carvalho, que mora em Porto Alegre (RS), teve uma ideia após ficar sabendo que seu filho, Diogo, de 4 anos, havia empurrado uma coleguinha na escola.

Além de conversar com o menino e educá-lo sobre a situação, ela fez questão de mandá-lo para a escola com um vaso de flores e um pedido de desculpas para a menina.
Em seu perfil no Facebook, ela publicou uma foto do menino segurando o vaso com violetas e explicou: “Depois de muita conversa, castigo ontem, hoje foi o dia de levar flores para a coleguinha que ele empurrou ontem na escola. #naosebateemmulher #sóflores #sócarinho #vaiserumprincipe #nãoéfácil”.
Tavane explicou que tudo começou na última quinta-feira (30), quando foi buscar o menino na escola e a professora perguntou a se ele não tinha nada a contar para a mãe. Foi assim que ela soube que, ao invés de pedir licença para passar, o Diogo havia empurrado uma coleguinha chamada Isabelle.
“Na hora eu não fiz nada, somente deixei ele no pátio da escola. No carro fui pensado sobre o que fazer, sem assunto com ele. Eu disse que estava muito triste com ele”, explica ela. “Cheguei em casa e o coloquei na minha frente, pedi pra ele conversar comigo olhando nos meus olhos e expliquei que não se bate no colegas, ainda mais em meninas”.

#Idosa vendia rifa para pagar cirurgia: fará de graça

Uma senhora de 85 anos, que vendia rifa para pagar uma cirurgia de catarata, agora poderá fazer a operação de graça.


Foto: Gustavo Nascimento | Gcom-MT

Dona Glicerina Maria da Silva Ferreira, conhecida como dona Célia, finalmente poderá voltar a enxergar.
Ela será beneficiada  pela Caravana da Transformação que será realizada em Barra do Bugres, a 168 km de Cuiabá, no Mato Grosso, nos dias 16 e 17 de julho.
A caravana vai atender moradores de 11 municípios da região.
História
Dona Glicerina está nervosa e ansiosa para voltar a enxergar plenamente. Em novembro de 2015, ela sofreu uma paralisia facial que afetou sua audição, visão e movimentos do rosto.
Ela fez tratamento durante três meses para se reestabelecer, porém a doença agravou a catarata que ela já sofria. “Às vezes ainda sinto que minha boca está dormente, mas graças a Deus está tudo bem agora”, disse ela.
“Achei que a perderíamos. Graças a Deus, ela se recuperou e está aí, firme e forte, mas infelizmente a visão dela ficou pior. Antes ela enxergava melhor do que eu, que uso óculos, e agora está sofrendo com a vista”, afirmou Enbelino Endino Ferreira, de 57 anos, filho de dona Célia.
Com o agravamento da catarata, a idosa acabou se afastando de um dos seus principais hobbies, o de costurar.
“Antes eu conseguia colocar a linha no buraquinho da menor agulha que tem, de primeira. Agora, não consigo direito nem nessa”, afirmou apontando para o carretel e as agulhas.
Rifa
Para encontrar a cura, a idosa peregrinou por diversos médicos particulares da região e se deparou com o alto preço do procedimento. “Fica mais de R$ 4,5 mil para fazer a cirurgia em um olho só, você acredita? É muito dinheiro!”, afirmou.
Segundo o seu filho, sem conseguir muitas alternativas para realizar o tratamento, os familiares e amigos passaram a economizar, vender alguns produtos e até mesmo organizaram uma rifa para pagar a cirurgia.
“Estamos rifando um smartphone. Foi a única saída que achamos para conseguir pagar o tratamento”, disse.
Porém, para a alegria de dona Célia e sua família, na semana que vem o municipio receberá a primeira edição da Caravana da Transformação.
A expectativa é que sejam realizadas mais de 5 mil consultas e 2 mil cirurgias de catarata e pterígio.
Como agendar
Para receber o atendimento oftalmológico basta procurar o posto da Caravana da Transformação para agendamento prévio.
É preciso levar o cartão SUS e um documento pessoal, inclusive no dia da consulta e no momento da cirurgia. “Vai ser bom tirar essa nuvem dos meus olhos”, comemora dona Glicerina.
A Caravana
Além dos atendimentos oftalmológicos, a Caravana da Transformação fará orientação sobre Hanseníase, doença com alto índice de incidência no estado.
Os moradores também poderão tirar:
  • cadastro e confecção do Cartão SUS,
  • 2ª via de certidões (nascimento, casamento, óbito),
  • Carteira de Trabalho,
  • Carteira de Pescador Amador,
  • CPF,
  • CadÚnico,
  • Carteira de Identidade,
  • foto 3×4,
  • inscrição em cursos de capacitação,
Parceiros
A Caravana da Transformação é feita pelo Governo do Estado de Mato Grosso, com apoio de parceiros fixos como: WWF Brasil, Senar, Senac, Senai, Incra, Defensoria Pública.
Nesta edição colaboram o Sindicato Rural de Barra do Bugres, Projeto Inclusão Literária, Galvan – Escola de Cabelereiro e Grupo Barralcool.
Com informações do GMT

Fonte:http://www.sonoticiaboa.com.br/2016/07/12/idosa-vendia-rifa-para-pagar-cirurgia-fara-de-graca/

sexta-feira, 8 de julho de 2016

#GOVERNO TEMER - TRABALHADORES TERÃO QUE TRABALHAR 80 HORAS SEMANAIS?

CNI defende carga de 80 horas semanais para trabalhador brasileiro

Para Robson Braga de Andrade, o empresariado está "ansioso" para que essas mudanças sejam apresentadas "no menor tempo possível"

Publicado em: 08/07/2016 14:38 Atualizado em: 08/07/2016 14:47

Michel Temer se reuniu com mais de 100 empresários durasnte duas horas na sede da Confederação Nacional da Indústria. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Após mais de duas horas de reunião com o presidente interino Michel Temer e com cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse nesta sexta-feira que, para o governo melhorar a situação do déficit fiscal, serão necessárias "mudanças duras" tanto na Previdência Social quanto nas leis trabalhistas.

Temer deixou o evento sem falar com a imprensa. Em entrevista depois do encontro, Andrade sugeriu que o Brasil adote iniciativas similares às do governo francês, que, de forma independente do Parlamento, conseguiu autorizar uma carga horária de até 80 horas semanais e de 12 horas diárias para os trabalhadores.

"Um déficit de R$ 139 bilhões [para 2017]. Acho que foi uma demonstração de responsabilidade do governo apresentar as dificuldades que têm e o esforço que será feito para contornar essas dificuldades", afirmou o presidente da CNI.

Segundo ele, ao considerar que, em 2016, o déficit será R$ 170 bilhões, a conclusão é que haverá, em algumas áreas, crescimento de despesas governamentais. "É claro que a iniciativa privada está ansiosa para ver medidas duras, difíceis de serem apresentadas. Por exemplo, a questão da Previdência Social. Tem de haver mudanças na Previdência Social. Caso contrário, não teremos no Brasil um futuro promissor", acrescentou.

Robson Braga defendeu também a implementação de reformas trabalhistas. Para ele, o empresariado está "ansioso" para que essas mudanças sejam apresentadas "no menor tempo possível".

"Vimos agora o governo francês, sem enviar ao Congresso Nacional, tomar decisões com relação às questões trabalhistas. No Brasil, temos 44 horas de trabalho semanal. As centrais sindicais tentam passar esse número para 40. A França, que tem 36 passou, para a possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal e até 12 horas diárias de trabalho. A razão disso é muito simples. A França perdeu a competitividade de sua indústria com relação aos demais países da Europa. Agora, está revertendo e revendo suas medidas, para criar competitividade. O mundo é assim e temos de estar aberto para fazer essas mudanças. Ficamos ansiosos para que essas mudanças sejam apresentadas no menor tempo possível", argumentou o empresário.

Robson Braga de Andrade reiterou a posição da CNI, contrária ao aumento de impostos.

"Somos totalmente contra qualquer aumento de imposto. O Brasil tem muito espaço para reduzir custos e ganhar eficiência para melhorar a máquina pública antes de pensar em qualquer aumento de carga tributária. Acho que seria ineficaz e resultaria, neste momento, na redução das receitas, uma vez que as empresas estão em uma situação muito difícil", disse ele.

Também presente no evento, a presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Maria Silvia Bastos Marques, informou que o banco investiu R$ 6 bilhões em inovação nos últimos dois anos.

Maria Silvia defendeu o diálogo cada vez maior com o setor privado. "Inovação é uma das prioridades do banco. Produtividade e competitividade são fundamentais para a retomada do crescimento sustentável", disse a presidente do BNDES.

Também participando do encontro, Ricardo Felizzola, presidente do Grupo Parit – holding de investimentos que controla as empresas Altus Sistemas de Automação S/A, Teikon Tecnologia Industrial S.A e HT Micron Semicondutores Ltda – disse que o Brasil precisa aumentar o apoio e financiamento em inovação tecnológica para aumentar a competitividade.

A MEI, com quem Temer se reuniu, agrega mais de 100 líderes empresariais das maiores empresas do país. Com o objetivo de formular propostas de políticas públicas e estimular e construir nas empresas um ambiente em que a inovação ocupe um papel central de forma a gerar empregos e inserir de forma mais efetiva a indústria brasileira nas cadeias globais de valor.

Para 2016, a MEI tem como agenda prioritária a atualização do marco regulatório da inovação, o aperfeiçoamento do marco institucional da inovação, aprimoramento dos mecanismos de financiamento à inovação, estruturação da inserção global de empresas brasileiras via inovação, modernização do currículo das engenharias e o fortalecimento da atuação de pequenas e médias empresas inovadoras.
FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2016/07/08/internas_economia,654209/cni-defende-carga-de-80-horas-semanais-para-trabalhador-brasileiro.shtml

#SEGURANÇA: 22º Batalhão da Polícia Militar de SURUBIM assume a guarnição de SANTA MARIA DO CAMBUCÁ

Viaturas fazem reconhecimento da cidade anunciando a troca de Batalhão

13:00hs 08/07/2016
Redação: Tv Jornal Cambucá Informa

Foto: Viaturas do 22º Batalhão fazendo reconhecimento da cidade 

Visando a melhoria e agilidade da segurança Pública da Cidade de Santa Maria do Cambucá o atual Prefeito Alex Robevan (PSB) foi atendido em sua solicitação ao Secretário de Defesa Social (SDS) Alessandro Carvalho sobre a alteração do 24º Batalhão da Polícia Militar com sede em Santa Cruz do Capibaribe, para o 22º Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco com sede em Surubim e tem como comandante o tenente-coronel José Pires.

A medida visa aumentar a segurança na Cidade e diminuir o tempo resposta para eventuais urgências. Além e Viaturas Surubim também conta com o efetivo da ROCAM que atuará na área atendida pelo Batalhão nos seguintes municípios: Surubim, Vertente do Lério, Casinhas, Machados, Bom Jardim, João Alfredo, Orobó e São Vicente Ferrer e agora a cidade Santa Maria do Cambucá.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

#GOVERNO TEMER QUER QUE O POVO FAÇA PLANO DE SAÚDE #AGORA VAI TER QUE PAGAR!

Ministro da Saúde defende plano de saúde 'popular' para aliviar o SUS

NATÁLIA CANCIAN
DE BRASÍLIA
06/07/2016 13h03 - atualizado às 13h59

Eduardo Anizelli/Folhapress

Ministro da Saúde, Ricardo Barros, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou nesta quarta-feira (6) que irá defender a criação de um plano de saúde "mais popular", com acesso a menos serviços do que a cobertura mínima obrigatória determinada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mas também com menor custo ao consumidor. Segundo Barros, a medida pode "contribuir com o financiamento do SUS".
"A ANS [agência que regula o setor] estabelece uma cobertura mínima para os planos de saúde. Isso implica também num custo de uma mensalidade do plano para essa cobertura estabelecida. O que estamos propondo é uma flexão para que possamos ter planos com acesso mais fácil à população e com cobertura proporcional a esse acesso. É ter outras faixas de plano de saúde para que mais pessoas possam contribuir com o financiamento da saúde no Brasil", disse, após participar de uma audiência no Senado.
Segundo Barros, a proposta, que deve levada para aprovação da agência, implicaria na criação e oferta no mercado do que definiu como um "plano de saúde popular", medida que poderia aliviar os gastos do governo com o SUS.
"Quando uma pessoa tem um plano [de saúde], ela participa dos custos de atendimento da saúde. E como tem menor cobertura, parte dos atendimentos continuarão sendo feitos pelo SUS para os casos que não estão na cobertura definida pela ANS."
"Isso ajudará a agilizar o atendimento das pessoas e a construir a universalização que está prevista na Constituição. Cada vez que a ANS manda o plano cobrir mais alguma coisa, aumenta os custos", completou, citando como exemplo os testes para detecção do vírus da zika, recém-incluídos na lista de cobertura obrigatória.
Questionado pela Folha se a medida não poderia levar a uma redução na importância do SUS, Barros minimizou as críticas e disse não ver motivo para polêmica. "A adesão aos planos é voluntária. Ninguém é obrigado a ir para os planos de saúde", disse.
Mas o ideal não seria investir mais no SUS para melhorar os serviços? "O orçamento é finito, não há recursos ilimitados" respondeu. "Sou ministro da Saúde, não sou só o ministro do SUS."
Segundo Barros, a aprovação do novo modelo de planos de saúde caberá à ANS, que tem autonomia para regular o tema. Ele diz, porém, esperar "convencer" a agência a reduzir a cobertura mínima exigida de serviços exigidos aos planos para atender à proposta.
Felix Lima - 17.out.2013/Folhapress


Pacientes aguardam atendimento em hospital público de Rosário (MA)
Para ele, a medida seria uma espécie de "cooperação" para ampliar os recursos disponíveis para o SUS.
"Temos hoje uma parcela de financiamento da saúde que se faz pelo serviço privado e outra pelo serviço público. O serviço público atende com 1/4 do valor do que o serviço da saúde suplementar atende. Queremos diminuir essa distância". O ministro cita o exemplo de hospitais filantrópicos, que atendem uma parcela de usuários do SUS e outra de planos de saúde, "e o que atende dos planos ajuda a compensar o deficit no SUS".
Questionado se a iniciativa de uma plano "menor" não poderia trazer prejuízo ao consumidor, uma vez que planos de saúde têm sido alvo crescente de críticas por falhas e negativas de atendimento, Barros disse que o usuário pode procurar a ANS e o Procon para reivindicar seus direitos.
"Não é um problema que devemos ter como fundamental. A reclamação dos serviços de telefonia é muito grande, dos serviços bancários é muito grande. Aliás, são os campeões de reclamação, e não os planos de saúde. A relação é contratual e as pessoas ficam ou não."
SEM MAIS RECURSOS
Pouco antes de detalhar a proposta de um plano de saúde popular, Barros foi alvo de críticas de alguns senadores durante a audiência ao afirmar, ao contrário do que defendiam seus antecessores no cargo, que não buscaria no momento novos recursos para a saúde, mas sim que investiria na melhoria da gestão.
"É preciso gastar melhor", disse. "Há espaço para mais qualidade nos serviços de saúde com os recursos que temos. Vivemos uma crise fiscal, não é o momento de propor mais recursos para a saúde."
Para Barros, é necessário também aumentar o ressarcimento dos planos de saúde ao SUS por atendimentos realizados na rede pública de usuários da rede suplementar.
O encontro na Comissão de Assuntos Sociais do Senado foi convocado após o ministro declarar em maio, em entrevista à Folha, que era preciso rever o tamanho do SUS. A declaração gerou protestos de entidades e movimentos da saúde.
Questionado, Barros negou se referir a uma redução no tamanho do sistema. "Quem leu a entrevista sabe o que falei", disse. Na entrevista, no entanto, ele afirma que "quanto mais gente tiver planos, melhor" e que o Estado não tem condições de assumir todas as garantias previstas na Constituição –incluindo o acesso universal em saúde, proposta do SUS.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

#SAÚDE - ÍNDICE FIRJAN DESTACA SAÚDE DE SANTA MARIA DO CAMBUCÁ




O IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – é um estudo do Sistema FIRJAN que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.
Segundo a FIRJAN o Município de Santa Maria do Cambucá começou um ciclo de crescimento na  área saúde acima da média Estadual, isso se deu pela nova forma do Atual Prefeito Alex Robevan (PSB) de se administrar os recursos Públicos.

Antes de 2013 médicos,  remédios e transporte só eram disponibilizados de forma satisfatória as vésperas das campanhas, diferentemente da atual gestão que de forma equilibrada e constante conseguiu suprir todas essas necessidades da população de forma equilibrada. 
Hoje a atual gestora Silvana Lima vem se esforçando para manter a população atendida mesmo diante de tantos desafios.


#ALTERNATIVA - Agricultores de Pernambuco aprendem a produzir com pouca água

Com soluções simples e ajuda da cooperativa, produtores do sertão variam suas atividades: frutas, hortaliças e até peixes surgem onde só havia seca.


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O homem do sertão é acostumado a conviver com as armadilhas do clima, principalmente a seca. Aproveitar a pouca água é sempre um desafio. É isso que um agricultor vem fazendo junto de uma cooperativa de pequenos produtores, em Pernambuco.
"O que eu vivi antes aqui, sem ter água... hoje a gente se considera outra pessoa, diferente, rico. Porque tendo água, tem riqueza".
Seu Raimundo Morato tem autoridade para falar assim. Sertanejo, sabe bem o que é conviver com a falta de água. Para entender como a vida da família dele está mudando, vamos conhecer o que está por trás de tudo isso: o trabalho de uma cooperativa de pequenos agricultores.
No município de Tabira, na região do sertão do Pajeú, em Pernambuco, fica a sede da Coodapis, que até bem pouco tempo atrás se dedicava principalmente à apicultura. Com novas técnicas, os produtores conseguiram baixar custos e melhorar a qualidade do mel. Hoje, o mel de Tabira é referência no estado!
À frente da cooperativa, está Adelmo Cabral, um agricultor inquieto, que achou que não dava para ficar só na produção de mel. E ele conta o que o motivou a diversificar: "O castigo da seca. Estamos indo para 5 anos de seca e a gente viu que tinha que fazer alguma coisa diferente. Se ficasse na mesmice, acho que a cooperativa não ia muito além".
A mudança começou há dois anos, na própria área da cooperativa, que serve de experimento para os associados. Ao lado de um açude quase seco, tem verde, tem lavoura! "A gente provou a todo mundo que com pouca água dá pra se fazer muito" conta Adelmo, orgulhoso.
A pouca água vem de um poço que já existia na propriedade, mas que ninguém botava fé. Ele tem 40 metros de profundidade e uma vazão de 600 litros de água por hora. "As informações que eu fui buscar, disseram que não dava pra fazer nada. Tinha que ter vazão acima de mil litros de água por hora. Esse poço mal dá pra alimentar uma resma de gado. O desafio é esse, então vamos procurar fazer pra ver se vai dar certo. E deu", afrima Adelmo.
O poço fica ligado 24 horas. Como a vazão é pequena, Adelmo usa um cano de 32 milímetros para a saída da água. Assim, não força muito a bomba. "É como se fosse um olho d'água na propriedade", analisa ele, que também afirmou que o poço nunca secou.
Hoje, são 12 hectares de plantio, principalmente de hortaliças e frutas, como maracujá, uva, banana. Tudo com certificação orgânica.
Todas as lavouras da área da cooperativa são irrigadas. A água segue do poço para tanques, para ser distribuída, mas não vai de imediato para as plantas. Primeiro, ela tem outra utilidade: a criação de tilápias. 
Os tanques de tilápia são de concreto, têm 3m de diâmetro, 1,70m de profundidade e comportam 12 mil litros de água. Segundo Adelmo, esse não é um sistema convencional de criação de tilápias. Ele começa com 1.200 alevinos em  um único viveiro. São 100 peixes por metro cúbico. No método convencional, para esse tipo de tanque, com água represada, o usual são três peixes por metro cúbico.
Adelmo tem uma receita para o sistema funcionar. Primeiro: em seis meses, quando as tilápias atingem 600 gramas, inicia-se o processo de despesca. Com esse peso, os peixes já podem ser vendidos. "Consequentemente, o peixe que vai ficar na água ele vai crescer, então vai precisar de mais espaço. Então a gente despesca 50% dos peixes. Fica a metade dos peixes aqui, para aguentar até mais um ano, um ano e meio".
Mas não é só isso. Enquanto que no sistema convencional, em tanques de concreto ou escavados, a troca da água é mais lenta, no sistema da cooperativa a renovação deve ser frequente. Isso porque a concentração de dejetos facilita a produção de amônia, que, em excesso, mata os peixes. "A matéria orgânica produzida nesse espaço é muito grande, devido ao resíduo das fezes dos peixes, restos de alimentos e a secreção do peixe. Por isso que a gente tem que remover essa água a cada dois ou três, para eliminar as toxinas que são produzidas na água".
O ideal é sempre retirar metade da água do tanque. Nunca toda de uma só vez. O que sai é o que vai para a irrigação.
Mais uma dica é a cada 15 dias aspirar o fundo do tanque para remover os resíduos sólidos. Outro detalhe importante é a oxigenação. Adelmo usa as bombas comuns, que renovam a água, mas faz adaptações que aumentam a quantidade de ar para os peixes: "A gente usa mangueiras para puxar o ar, e aumentar a quantidade de oxigênio". Ele explica como faz esta adaptação no vídeo da reportagem.
Uma tela colocada em cima dos tanques, além de evitar que os peixes maiores pulem para fora, é uma questão de segurança que Adelmo encontrou para tranquilizar os criadores: "Quando a gente vai abordar o associado para criar o peixe, ele diz que não dá pra criar porque tem muito ladrão de peixe. Então já cria uma dificuldade".
Cada um dos sete viveiros abriga os peixes de um associado. E irriga a lavoura de vários agricultores. Adelmo explica a vantagem de usar, para irrigação, a água que foi retirada nos tanques dos peixes: "Ela vem rica em nutrientes para a planta. Então o solo, cada dia mais, ele vai ficando melhor, mais rico. Então a gente não tem muita necessidade de colocar adubo químico, muito esterco, porque a própria água já vem rica em nutriente".
A técnica para molhar as plantas também é uma invenção de Adelmo. "O sistema de gotejo e de microaspersor não funciona. Porque a água sai com resíduos das fezes dos peixes e, às vezes, com ração. E entope rapidinho. Então a gente pega só o terminal do microaspersor, porque o buraco dele é um pouco maior, então os resíduos conseguem passar por aqui. Aí dentro eu coloco um arame para direcionar a irrigação para a planta".
Para as plantas que exigem mais água, a mangueira é maior. A banana é molhada todo dia. Em dois hectares estão 50 pés, de nove associados. Nas culturas que não precisam de irrigação sempre, o intervalo é no máximo de três dias, porque junto, vem a necessidade de renovar a água do tanque. É peixe que garante nutrientes para as plantas. E lavouras que servem às tilápias.
Para baratear o custo do alimento dos peixes, os agricultores se prepararam. Antes de colocar as tilápias nos tanques, eles plantaram milho e capim exclusivamente para fabricar a ração. A máquina que produz a ração foi comprada pela cooperativa para atender aos associados. A base é o farelo de milho - os grãos triturados.
Outras vitaminas e a proteína também vêm da roça, como Adelmo conta: "Aqui a gente tem o capim elefante, folha do pé de milho. O pé de gerimum, abóbora, a palma. E o broto da mandioca, que concentra a maior quantidade de proteína".
As folhas e brotos são batidos no liquidificador com água, um pouco de sal e óleo vegetal. Essa pasta é misturada ao farelo e então, a ração é peletizada, ou seja: compactada em pequenas porções. Depois, ela fica dois dias no sol, e está pronta. É o tempo suficiente também para a evaporação do ácido cianídrico, que é um veneno presente na folha verde da mandioca. O alimentador dos tanques é automático, movido a energia solar. Quatro vezes ao dia, as tilápias recebem comida.
Não só a ração dos peixes é feita na cooperativa. O milho e o capim viram comida para as galinhas caipiras, que aproveitam ainda as sobras da lavoura. A criação é um projeto piloto, que a dona Leonísia Almeida cuida com carinho: "Se estragava muita banana, melancia, e eu disse por que não utilizar essas frutas que estão sendo jogadas?"
Para quem quer começar, a cooperativa fornece 20 pintinhos e depois ajuda o associado na comercialização. "Se cada um, um tiver 20, outros 50, 100, isso dá um volume grande que tem como colocar num grande mercado", afirma dona Leonísia.
Aos poucos, Adelmo vai disseminando suas ideias por aqui. Natural de Recife, ele chegou ao sertão há 10 anos, depois de casar. Formado em belas artes, não exerce a carreira, mas está sempre inventando. "Não paro de praticar a minha arte aqui, nessa terra bruta e lapidando e criando coisas que as pessoas acham 'é impossível', e a gente vai fazendo".
Seu Raimundo, do começo da reportagem, também é um dos agricultores que estão mudando o jeito de conviver com a seca. Acostumado a criar tilápia em açudes, agora usa um dos tanques da cooperativa. Ele conta que não imaginava que pudesse funcionar: "Esse conhecimento aqui eu não tinha não. Eu achava que podia não dar certo, né? Eu pensava como que o pessoal desenvolveu esse tanque, sem ter lama para ele comer, aquela comida com capim, aquelas coisas lá, esse peixe não vai se desenvolver. É tudo puro engano meu, não sabia de nada, né?".
Raimundo mora no município de Santa Teresa, a 30 Km de Tabira. Lá, ele tem uma roça, que cuida junto com a esposa, dona Bernardete. A produção em 11 hectares, dependia só de um açude que não enche mais. “Aqui era para gado, era para pasto, era para tudo”
As coisas começaram a mudar há seis meses, quando a cooperativa abriu um poço para o Raimundo. E que surpresa!! São 800 litros de água por hora. Ele nem imaginava que tinha tanta água ali, logo abaixo dos pés: "Não tinha essa noção, de jeito nenhum. É a coisa de a gente dormir pobre e acordar rico. Porque a gente ter água num subsolo desse aqui, a gente dorme pobre e acorda rico".
Com essa riqueza, seu Raimundo vai construir dois tanques para tilápia. Por enquanto, a água do poço segue para a caixa, que, por gravidade, chega ao capim - alimento das cabras - e às hortaliças. Dona Bernardete comemora: "Foi bom demais, eu não tenho palavras para agradecer o que a gente ta colhendo agora".
Nunca falta produto, e o poço é até chamado de cofre, como conta o seu Raimundo: "Toda vez que tô em casa, o pessoal liga: 'trás três molhos de coentro, um molho de cebola', nunca volto sem nada. Quer dizer que isso aqui é meu cofre. Toda vez que eu venho para cá, eu levo um dinheirinho pra casa".
A renda melhorou. Mas eles querem bem mais. Esse ano, o casal voltou para a escola, para terminar o ensino fundamental. Incentivado pela cooperativa, seu Raimundo já fez até curso de estratégia de negócios: "Você ter o que é seu e saber administrar, isso é mto bom, né? A gente não sabia. Tinha o que era da gente e não sabia administrar. Minha meta agora é não parar. Eu enquanto for vivo, daqui pra frente, eu com a minha família, tenho que trabalhar".
A cooperativa tem 245 associados, em Pernambuco, Paraíba, Piauí e Bahia. A maioria é de apicultores. Mas pelo menos 10 produtores já estão implantando as técnicas para aproveitar melhor a água.

#RecordandoOSãoJoão - Uma Saúde pra lá de boa...

SECRETARIA DE SAÚDE DE SANTA MARIA DO CAMBUCÁ REALIZA O RECORDANDO O SÃO JOÃO 



Os moradores de Santa Maria do Cambucá fizeram a festa com o RECORDANDO O SÃO JOÃO, realizado pela Secretaria de Saúde do município. A Secretária de Saúde Silvana Lima não poupou esforços juntamente com sua equipe para realizar essa grande festa. Além de muita musica o evento ainda contou com uma bela homenagem ao eterno Vereador Jorge Lima (In Memory), e uma homenagem o Médico Cubano Dr. Guillermo que tanto fez pela saúde de nosso povo.